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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Animais em vias de extinção

 No estudo do meio andamos a aprender coisas sobre as plantas e os animais. Em casa, com a ajuda dos nossos pais, fizemos um trabalho de pesquisa sobre um  animal em vias de extinção, à nossa escolha. E na escola fizemos a apresentação aos outros colegas.









quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O compasso





Hoje andámos a treinar o uso do compasso. Fizemos umas verdadeiras obras de arte.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Doce de maçã

Hoje fizemos o nosso doce de maçã.
Ingredientes
1 kg maçãs
700 g açúcar
1 pau de canela
q.b sumo de limão

Instruções de preparação
Descasque as maçãs, retire-lhes os caroços e corte-as em rodelas finas. Regue-as com sumo de limão, conforme vão sendo cortadas, para não ficarem escuras.
Ferva o açúcar com 2,5dl de água e o pau de canela, até o açúcar derreter.
Adicione as maçãs escorridas do sumo de limão e deixe cozer em lume brando. Mexa bem até obter o ponto de estrada.
Coloque o doce em frascos esterilizados e tape-os hermeticamente.

Sugestões Adicionais
Ponto de Estrada: quando, ao passar uma colher de pau no fundo do recipiente, onde se encontra a calda, se formar como que uma estrada que deixa ver o fundo, tem-se o ponto de estrada.






 Dizem que que ficou uma delícia...

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Organizar o caderno

Como ter o caderno organizado:
  1.  Não riscar as folhas.

  2. Não fazer desenhos que não têm a ver com o trabalho.
  3. Não sujar as folhas.
  4. Fazer letra bem feita.
  5. Escrever de forma organizada.
  6. Não amachucar as folhas.
  7. Não rasgar as folhas.
  8. Não deixar linhas livres sem ser preciso.
  9. Não escrever letras em cima umas das outras.
  10. Escrever estando bem sentado.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Já estamos a trabalhar...

Como podem ver já estamos a trabalhar...
A professora espera que trabalhem muito e bem para que no final do ano voem bem alto.



sexta-feira, 9 de julho de 2010

Vincent Van Gogh

Nos últimos dias de aulas o Tiago trouxe para a sala um livro sobre Van Gogh. Aproveitámos para saber um pouco mais sobre este famoso pintor e pintar algumas reproduções dos seus quadros.























terça-feira, 15 de junho de 2010

Lenda de Abrantes

Consta que era alcaide do castelo um velho mouro chamado Abraham Zaid. Abraham tinha uma filha a que chamara Zahara e um filho bastardo, de uma cativa cristã, a que pusera o nome de Samuel. Ninguém sabia, porém, que Samuel era filho do velho alcaide, nem o próprio rapaz. Assim, viviam os dois jovens apaixonados e o velho sentindo crescer em si, dia a dia, uma angústia terrível, antevendo a hora em que seria obrigado a revelar o seu segredo.
Um dia, diz a História, os cristãos foram pôr cerco ao castelo. A hoste era comandada pelo aguerrido Afonso Henriques, que trazia consigo vários cavaleiros e monges. Do Mosteiro do Lorvão trouxera o Rei um velho e sábio monge beneditino para o aconselhar os assuntos espirituais. De algures, de um local qualquer do reino, trouxera um cavaleiro cheio de ideais e de força guerreira, chamado Machado.
Finda a batalha e conquistado o castelo, Samuel foi aprisionado por Machado. Na confusão do saque da debandada moura, o cavaleiro, que acabara de desarmar Samuel, viu um peão perseguindo Zahara com intuitos evidentes de violação, e, entregando o prisioneiro a dois vigias, correu em auxílio da moura. Com um forte empurrão derrubou o soldado, que estava ébrio, e amparando Zahara foi entregá-la à custódia do velho beneditino, até que se acalmassem os ânimos exaltados pelo sangue, pelo saque e pelo vinho.
Quando o cavaleiro Machado retomou o seu posto, ia como que alheado. Ficara fascinado pela beleza da moura, estranhamente parecida com uma imagem de Nossa Senhora dos Aflitos que sua mãe lhe dera ao morrer e que ele, devotamente, trazia sempre consigo. Por outro lado, impressionara-o a repentina recordação de um sonho que vinha tendo frequentemente e no qual, ao escalar os muros de um castelo, se via salvando uma donzela com que se casaria. Tudo isto contribuía para o alheamento do jovem cavaleiro, que, se não fossem as suas obrigações de guerreiro, decerto se teria quedado em enternecida contemplação da bela Zahara.
Entretanto, D. Afonso Henriques, querendo remunerar os serviços prestados naquela batalha pelo seu bastardo D. Pedro Afonso, deu-lhe o senhorio do castelo e nomeou-o seu alcaide-mor. Pedro Afonso, porém, desejava partir com o pai para Torres Novas e, por isso, decidiu delegar a alcaidaria no cavaleiro Machado.
O Rei, antes de partir, mandou que o monge ficasse no castelo como guardião das almas, ordenou-lhe que entregasse a prisioneira a Abraham e tomou todas as medidas necessárias à segurança da vila.
Assim que a hoste se desvaneceu ao longe, na poeira, o cavaleiro Machado, feliz por ficar como alcaide do castelo, apaixonado por Zahara, preparou-se para conquistar o seu coração utilizando os meios permitidos pelo código de honra da cavalaria, ou seja, os modos corteses e suaves. Mas Zahara, que adorava Samuel, sentia uma espécie de rejeição cada vez que o cavaleiro se aproximava de si. E, para não fazer qualquer gesto mais brusco que comprometesse a boa paz em que viviam, pedia conselhos ao pai e ao velho monge. O frade, como confessor do cavaleiro, bem sabia o amor que ele tinha pela donzela, e, como bom observador, compreendia que nas evasivas de Abraham existia qualquer coisa de estranho. Por isto, procurava conciliar toda a gente e assegurava a Zahara a honradez e nobreza de sentimentos do jovem alcaide.
Samuel, porém, não conseguia viver em paz. Os ciúmes irrompiam nele à mínima alusão, ao mínimo gesto, sem que conseguisse controlar-se. E, na sua insegurança, tão depressa acatava as palavras conciliatórias de Abraham e do monge, como ficava possuído pelo demónio da Loucura, que o obrigava a cometer insânias.
Zahara acreditava que Samuel estava compenetrado do seu amor e da sua fidelidade e pensava, por isso, que as acções destrambelhadas do rapaz provinham da mudança de situação para vencido de guerra. Assim, certa tarde em que tentava reconciliá-lo com o alcaide, perguntou ao pai como deveria proceder se o cavaleiro viesse procurá-la e ele não estivesse em casa: deveria manter a porta fechada como se não estivesse ninguém, ou recebê-lo-ia?
Abraham, julgando ver nesta pergunta um novo intuito de ofensa ao alcaide do castelo, para evitar mais problemas, respondeu:
-Nada temo nem receio da tua virtude, minha filha. E confio também na honradez do alcaide. Abre antes a porta!
Samuel, porém, ao ouvir estas palavras perdeu o domínio de si e correu para a rua, gritando como louco:
- Abre antes! Abre antes!
A vizinhança acorreu, uns aos postigos, outros às vielas, a saber o que aquilo era, e Samuel, enlouquecido de ciúmes, contava a história à sua maneira, deixando agravados o alcaide, Zahara, Abraham e o próprio monge.
Conta a lenda, ainda, que Samuel acabou por cair de cansaço e de febre. Uma vez bom de saúde, Abraham juntou-os e contou-lhes a verdade sobre o nascimento do rapaz. Assim ficaram a saber que eram irmãos e que a mãe de Samuel fora uma bela cativa cristã que certo dia chegara a Tubuccí chorando um noivo que deixara na sua terra, chamado João Gonçalves.
Rolaram lágrimas silenciosas pelas faces envelhecidas do frade beneditino. Ele fora esse João Gonçalves que, vendo a noiva desaparecer, crendo-a perdida para sempre, entrara para o Mosteiro do Lorvão. Pediu o monge a Abraham dados sobre essa cativa, para se certificar de que a mãe de Samuel fora a sua amada noiva. E vendo que os dados coincidiam, tomou o rapaz a seu cargo, conseguindo pô-lo ao serviço do Rei de Portugal.
Machado e Zahara acabaram por casar, depois de os mouros se terem feito cristãos, e dentro das muralhas da velha Tubuccí reinou, finalmente, a harmonia.
E, segundo reza a lenda, em memória do febril acesso de loucura de Samuel, Tubucci passou a ser chamada Abrantes.


domingo, 13 de junho de 2010

Book Sports

Este foi um trabalho sobre os desportos feito nas aulas de Inglês com a professora Cristina.

terça-feira, 9 de março de 2010

Peixes

Nós colorimos uns peixes sem pintar. Colámos com bocadinhos de papel de revistas e cartolina.
Os que achamos mais bonitos vamos por aqui para vocês verem.





segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia Internacional da mulher

Nós fizemos uma flor para oferecer às mulheres da nossa vida. Quer dizer às nossas mães.

O dia 8 de Março é, desde 1975, comemorado pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher. O dia 8 de Março foi escolhido para comemorar o Dia da Mulher em homenagem às 130 Mulheres que em 8 de Março de 1857 morreram num incêndio quando faziam greve dentro na fábrica onde trabalhavam. Elas revindicavam a redução do horário e receberem mais salário.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Concursos

Já estamos inscritos neste



e também vamos participar neste


que nos indicou a professora Anabela do BLOGando na Escola

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

As nossas caixas

Nós fizemos um trabalho, com caixas. Primeiro abrimos algumas caixas a seguir contornamo-las numa cartolina, depois cortámos o molde e montámos, a seguir colámos e por fim enfeitámos. Se quiserem ver tem aqui algumas fotos.
Depois das caixas ficarem feitas, levámo-las para casa e colocámos lá dentro um objecto e hoje trouxemos as caixas para fazermos um sorteio na escola. Cada um vai levar uma caixa, não a sua, para casa e vamos fazer um trabalho à escolha sobre o objecto que temos dentro da caixa que nos calhou no sorteio. Quando tivermos os traballhos prontos mostraremos o resultado da nossa imaginação.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Fábula

Pintámos algumas imagens sobre a fábula "A formiga e a pomba" depois recortámos e colámos numa folha por ordem dos acontecimentos. A seguir votámos nos dois desenhos mais bem pintados. Fomos ao dicionário descobrir o que é uma fábula. Por fim fizémos este cartaz.

Já falámos de:

dias especiais (50) trabalhos da escola (31) formação cívica (24) expressão plástica (18) matemática (17) língua portuguesa (16) estudo do meio (15) Natal (13) efemérides (13) trabalhos da turma (13) formação pessoal (10) ambiente (9) histórias (9) visita de estudo (9) leituras (7) O nosso corpo (6) concursos (6) Outono (5) Primavera (5) poemas (5) reciclagem (5) 25 de Abril (4) 28 palavras (4) dia da mãe (4) gravações (4) início (4) segurança na internet (4) Portugal (3) Páscoa (3) animais (3) apresentação (3) desenhar (3) família (3) futuro (3) informações (3) música (3) natureza (3) presente (3) vídeos (3) História de Portugal (2) Liberdade (2) Plano Nacional de Leitura (2) Tic (2) alimentação (2) carnaval (2) dia da criança (2) dia do pai (2) escola (2) escrita criativa (2) escritores (2) final de ano (2) frases de vida (2) jogos (2) livros (2) pintores (2) provérbios (2) regresso (2) simetria (2) solidariedade (2) sólidos geométricos (2) água (2) HagáQuê (1) Implantação da República (1) Restauração da Independência (1) Selo (1) Verão (1) adjectivos (1) alunos (1) ano novo (1) astronomia (1) banda desenhada (1) biografias (1) caligramas (1) cortiça (1) dia do agrupamento (1) educação física (1) enigmas (1) espectáculos na escola (1) estudar (1) filmes (1) férias (1) horas (1) lendas (1) medidas de comprimento (1) meios de comunicação (1) mudanças (1) números decimais (1) obras (1) participação dos pais (1) passado (1) poesia (1) professores (1) provas de aferição (1) rios (1) segurança (1) sementeiras (1) tangram (1) textos (1) ângulos (1)

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